Gansos (origem)


Ganso – Origem e Domesticação

1. Ganso
2. Conhecidos em tempos remotos e sua ocorrência descrevem da época em que os povos arianos viviam na Europa ou na Ásia e já eram conhecidas desde dos antigos egípcios (3.500 a.c), dos Gregos e Romanos ( 1.000 a.c).
3. Ave palmípede (que tem os dedos dos pés unidos por membrana), os gansos são aves da família Anatidae , que inclui também os patos e cisnes. Diferem pelo gênero: Anser
4. Os gansos são aves da família Anatidae , que inclui também os patos e cisnes. Diferem pelo gênero: Anser, Branta, Cereopsis, Cyanochen, Chloephaga, Neochen, Alopochen e Plectropterus
5. Pigmeu africano Nettapus auritus
6. Ganso Bravo Anser anser
7. Ganso de bico curto – Selvagem Anser brachyrhynchus
8. Ganso Campestre Anser fabalis
9. Ganso de testa branca Anser albifrons
10. Ganso de face negra Branta bernicla
11. Ganso Egipcio Alopochen aegyptiacus
12. Gansos Ruficolis russo Branta ruficollis
13. Gansos Abissinia Anser abyssinia
14. Ganso de cabeça cinza Chloephaga poliocephala
15. Ganso Avaiano Branta sandvicensis
16. Ganso Barnacle Branta leucopsis
17. Ganso Cacling Branta hutchinsii
18. Ganso Canadense Anser canadensis
19. Ganso Cereópis Cereopsis novaehollandiae
20. Ganso da Malvinas ou Magalhães Chloephaga picta
21. Ganso do Indico Anser indicus
22. Ganso das neves ou dos Andes Chen caerulescens
23. Ganso Maned Chenometta jubata.
24. Ganso orinoco Neochen jubata
25. Ganso Rudy Anser anser rubrirostris
26. Ganso Canela Anser domesticus
27. Ganso domético ( Anser domesticus )
28. Ganso Sebastopol Anser anser
29. Ganso Toulouse Anser domesticus
30. Ganso Africano Anser cygnoides
31. Ganso Chinês Branco Anser cygnoides
32. Ganso Chinês pardo Anser cygnoides
33. Ganso Embden – Branco Anser fabalis
34.
* Bibliografia e fontes de pesquisas
* Introdução à Zootecnia – Octavio Domingues – Séria Didática – Serviço de Informação Agricola – Ministério da Agicultura – 1968, pag.145.
* ESTEVE BARTRICK ANTIQUE PRINTS & MAPS – Disponível em: http://www.antiqueprints.com/proddetail.php?prod=e9460
* Enciclopédia Agrícola Brasileira: S-Z Vol. 6 – Por: Esalq – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Usp, Aristeu Mendes Peixoto
* Portal do Agronegócio – Disponível em: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=7511
* Criar e Plantar – Disponível em: http://www.criareplantar.com.br/pecuaria/ganso/index.php
Fonte:www.slideshare.net

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Mamãe gata

meus gatos

Para quem diz que gato nao gosta de aves,eis aqui a prova de que não é verdade.

Está é minha gata ela criou 5 gatinhos desde então ela adotou  os pintinhos que são criados em chocadeira .

Não é maravilhosa nossa mãe natureza.

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Doenças nas aves

Cólera Aviária
Bouba Aviária
Coriza Infecciosa
New Castle
Marek
Coccidiose
Pulorose(Diarréia Branca)
Doença de Gumboro
Aspergilose
Controle de Ectoparasita (Piolhos e Ácaros)
Controle de Endoparasitas (Vermes)
Peito Seco
Fonte:www.recantodaserrinha.com.br
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Dicas

Tem como objetivo principal suprir as necessidades nutricionais das aves em todos os seus estágios de desenvolvimento e produção, otimizando o crescimento, a eficiência produtiva e a lucratividade da exploração, já que o custo com alimentos representa 75% do custo total de produção.

O manejo alimentar proposto para o sistema alternativo de criação de galinhas caipiras prevê a integração das atividades agropecuárias, com o aproveitamento de resíduos oriundos da atividade agrícola. Tal fato não só permite a redução dos custos de produção, como também, a agregação de valores aos produtos, pois utiliza resíduos agrícolas, como a parte aérea da mandioca (folhas), que normalmente são abandonados no campo, transformando-os em proteína animal. Além da parte aérea da mandioca, que é rica em proteína, é possível se utilizar as raízes de mandioca, suas cascas e crueiras, que são subprodutos da fabricação da farinha e da goma de mandioca (Figura 15).


Figura 15. Fontes alternativas de alimento para a criação de galinhas caipiras.

Outra fonte de alimento rico em proteína que normalmente é pouco aproveitada, embora apresente enorme potencial para a alimentação de galinhas caipiras, é o farelo de arroz, cujos teores de proteína bruta são de aproximadamente 15%. Este produto resulta do processo de beneficiamento dos grãos de arroz para consumo, sendo relativamente fácil de ser obtido, principalmente nas unidades agrícolas familiares que adotam o sistema de cultivo do arroz.

Por serem animais não ruminantes, as aves exigem que os alimentos contenham pouca fibra vegetal e sejam fornecidos de forma balanceada e devidamente triturados, a fim de facilitar a digestão. Alimentos fibrosos apresentam baixa digestibilidade, elevam os custos e atrasam o desenvolvimento das aves. Dessa forma, a dieta deve ser estabelecida de acordo com a exigência nutricional de cada fase do seu desenvolvimento, sendo que a formulação da ração deve ser feita com base nos teores de proteína apresentados por cada um de seus componentes, na sua eficiência alimentar (Tabela 13).

Tabela 13. Exemplo de uma ração formulada a partir de vários ingredientes e considerando-se as diferentes fases de desenvolvimento das aves.

Além dos produtos indicados, podem-se utilizar vários outros produtos, como fonte alternativa de alimentos para as aves, tais como fenos de feijão-guandu ou leucena, ou vagens moídas de faveira (Parkia platicephala), que é uma espécie abundante no Piauí. No caso de se utilizar qualquer uma dessas fontes de alimento, os seus teores de proteína devem ser considerados, a fim de permitir a formulação correta das rações e proporcionar um desempenho adequado das aves, conforme Tabela 14.

Tabela 14. Desempenho esperado para as aves no sistema alternativo de criação de galinhas caipiras.

Os cálculos para estimativa de desempenho advêm da evolução zootécnica da espécie, onde com base no consumo de ração (CR) e do ganho de peso (GP) de cada fase ou de todo o ciclo reprodutivo estima-se, também, a conversão alimentar (CA), que é a razão entre as duas variáveis inicialmente citadas.

Fonte:www.embrapa.com.br

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Como cuidar de galinhas e outras aves

A alimentação vegetal pode suprir cerca de 25% das exigências nutricionais das aves. Os vegetais crescem recebendo a energia do sol, e estão repletos de caroteno, vitaminas, minerais e força vital. As ingestões de gramíneas, leguminosas e outras fontes vegetais fornecem vitaminas e minerais as aves, coferindo-lhes resistência às doenças e modificando a qualidade de seus ovos tornando suas gemas mais vermelhas e ricas em vitamina A e com melhor valor comercial.

Os ninhos devem ser usados exclusivamente na fase adulta das aves em postura, são muito importantes para garantir ovos de boa qualidade, mais limpos e com menor riscos de contaminação. Eles devem ser mais altos que o piso, com aproximadamente 40 centímetros de largura, 30 de altura e 30 de profundidade, com uma boa “cama” sedo suficiente para abrigar de quatro a cinco galinhas.


Os ninhos têm a função de proporcionar um local macio e aconchegante para a postura dos ovos. Cerca de 60 a 70% da postura é realizada pela manhã. Existe a necessidade de realizar a maior parte da coleta dos ovos neste período, para que eles não fiquem acumulados nos ninhos e possam quebrar ou trincar. Durante a coleta, é aconselhável que os ovos sejam colocados em bandejas plásticas ou de papelão com a extremidade mais fina voltada para baixo, pois a utilização de baldes ou cestas, ocasionam um alto índice de ovos trincados e quebrados, apesar da casca do tipo caipira ser mais resistente. Após a coleta, os ovos devem seguir para a sala de classificação, onde serão limpos a seco com uso de uma esponja. Por se tratar de um produto perecível, deve-se observar o período de consumo do ovo, que gira em torno de 15 a 25 dias.

Tabela: Cronograma de Vacinações

IDADE

(dias)

VACINA

APLICAÇÃO

Bouba Marek Punção na membrana da asa intramuscular (feita no incubatório)
10º New Castle

Intra-ocular, intranasal

(ou na água de bebida não clorada)

21º Bouba Aviária Escarificação na coxa (só no caso de não ter sido feito no 1º dia de vida) ou punção na membrana da asa
35º New Castle

Intra-ocular, intranasal água de bebida (não clorada)
63º Bouba Aviaria Escarificação na coxa ou punção na membrana da asa
De 4 em 4 meses New Castle Intra-ocular, intranasal, água de bebida (não clorada)
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Gansa chocando

gansa

Eis aqui uma gansa chocando,6 ovos é a segunda choca dela este ano,pois a primeira o sarue mais conhecido como gamba comeu seus ovos.

Apesar de estar chocando ela é muito dócil diferente de que todos falam que a mesma fica muito feroz,bom daqui a 20 dias postarei a foto dos gansinhos.

 

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GANSO “Toulouse”

toulouse

Há séculos que se conhecem estes gansos, originários de Tolosa (França), célebre pela produção da pasta de fígado (“Paté de foiegras”). São criados com interesse não só no Sul da França, como em muitos países da Europa e da América. É a raça mais conhecida e recomendável para este país. Descrição: – Peso 12 Kg no macho adulto, 9 na fêmea adulta e no joveme 7 na fêmea jovem. Plumagem espessa, cheia e macia, cinzenta, conforme a descrição de cada região e correspondendo a do tipo selvagem. Cabeça grande, curta e larga, de abóbada alta e cinzenta. O bico é curto, forte, alto na base, achatado na ponta, amarelo ou alaranjado-pálido, sem manchas pretas no adulto. Olhos grandes, não muito proeminentes, pardo-escuro ou cor de avelã. Pescoço médio, ligeiramente arqueado, bem vigoroso, azul-cinza-escuro, clareando á medida que se aproxima do dorso. Nos adultos prefere-se que tenha papada na garganta. Asas grandes e vigorosas, suavemente coladas ao costado, primárias cinzento escuro, secundárias ainda mais escuras, porém com uma bordadura mais estreita de cinza-claro.Cobertas cinza-escuro com uma borda dura muito fina de cinza mais claro. Peito saliente, cheio, largo, baixo e redondo, com quilha comprida, bem colocada,, cinza-claro. Costas médias, largas e ligeiramente arqueadas, parte inferior cinza claro, clareando mais no ventre, estendendo-se o branco ao redor da cauda. Costado cinza-claro, passando a cinza-azul-escuro sobre as coxas, com contornos cinza mais claro. O branco se estende ás partes inferiores mais baixas. A cauda‚ curta, aberta, levantada ligeiramente acima da horizontal, de penas duras e tesas, cinza e branco, com extremidades brancas. Corpo compacto e profundo, relativamente curto, muito volumoso, retangular, nos animais gordos, apresentando papada dupla que quase toca o solo. Coxas e Canelas curtas e vigorosas. Dedos direitos, ligados pela membrana interdigital, de cor vermelho-alaranjada forte. Defeitos graves, são penas brancas nas primárias ou secundárias, branco em redor do bico nos exemplares novos, a ausência de papada nos adultos e indício de protuberância no bico. Aptidões e outras qualidades A finalidade principal da criação dos gansos de Toulouse, embora também utilizados para guarda e ornamentação, é a matança para a produção de carne e aproveitamento do fígado gordo para a pasta. As penas, que são muito abundantes, constituem um subproduto de valor não desprezível. Submetidos a uma boa alimentação, podem alcançar 4 Kg em 10 semanas e 5 a 6 Kg em 5 a 6 meses, sendo, portanto, muito precoces. Os adultos podem ser cevados e neste caso alcançaram 15 Kg. Essa ceva se faz com facilidade. Então o peso do fígado atinge 2 Kg e a banha 3. A carne não ‚ muito fina, não obstante é das melhores da espécie. É difícil a distinção dos sexos, embora o macho seja maior e mais elegante. As gansas botam um ovo cada dois dias, na primavera, as jovens de 15 a 25 e as mais velhas até 60 ovos. Dispensam água para nadar, embora se acredite ser útil para a reprodução. Chocam tardiamente e a incubação‚ pouco segura, durando 28-30 dias, A criação dos gansinhos é relativamente fácil. Tanto na América do Norte, como no Brasil‚ a raça mais comum, não só por ser a mais adaptada ao regime das fazendas, como apresentar mais aptidão para a ceva. Pasta muito, vivendo em grande parte do consumo das ervas, mas sua permanência prolongada em pastos altos e úmidos lhes é prejudicial.

Fonte:www.agrov.com

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